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Núcleo de Controle Interno do TJRR apresenta Projeto de implantação da Gestão de Riscos

 

 

Na tarde dessa quarta-feira (19), o Núcleo de Controle Interno do TJRR, representado pela coordenadora Tainah Mota, apresentou o Projeto de Implantação da Gestão de Riscos para a presidente do TJRR, desembargadora Elaine Bianchi, Rodrigo Furlan, juiz corregedor, Bruna Zagallo, juíza auxiliar da Presidência, Breno Coutinho, diretor do Fórum Criminal, Bruno Fernando Alves da Costa, diretor em exercício do Fórum Sobral Pinto, e os servidores Elízio Ferreira de Melo, secretário Geral, Tiago Lobo, secretário da Tecnologia da Informação e Bruna França, chefe de escritório de Acompanhamento e Gestão.

 

A gestão de riscos é um processo que permite que as instituições atuem de forma preventiva, erradicando possíveis perdas, sejam elas humanas ou materiais. Segundo Tainah Mota, toda atividade, profissional ou cotidiana possui riscos inerentes e é necessário saber lidar com isso. “Estamos na fase de apresentação do projeto e queremos sensibilizar e conscientizar a todos sobre a importância da ferramenta para melhorar o serviço prestado pelo judiciário”.

 

A convite do Núcleo do Controle Interno, Reginaldo Coutinho, auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas da União colaborou na apresentação do Projeto e esclareceu algumas dúvidas. A gestão de riscos é fortemente recomendada pelo TCU a todos os órgãos públicos e já é sedimenta internacionalmente.

 

Conforme Tainah “uma boa gestão de riscos busca o aumento da probabilidade de alcance dos objetivos traçados, o aprimoramento do processo de identificação de oportunidades e ameaças, o fornecimento de uma base sólida e segura para a tomada de decisão e planejamento, o aprimoramento da eficácia na alocação e uso dos recursos, a melhora da conformidade com os requisitos legais e Normativos e o aprimoramento do controle de governança corporativa”.

 

A ferramenta é aplicável em todos os níveis do Tribunal, desde grandes projetos estratégicos, até no fluxo de um processo dentro de uma unidade judicial. “Com os riscos detectados e a criação de um controle simples para mitigá-los, os erros e atrasos são bem menores, possibilitando a excelência na prestação jurisdicional que almejamos. É muito importante que todos os gestores se interessem e procurem saber como implantar em suas unidades.”

 

 

Boa Vista, 20 de julho de 2017

 

Núcleo de Comunicação e Relações Institucionais

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